O uso do paracetamol em crianças pode estar ligado ao desenvolvimento futuro de alergias e asma segundo um estudo da Universidade de Otago, em Washington.
Mais pesquisas no entanto são necessárias para esclarecer essa descoberta. Além disso, os benefícios do paracetamol para controlar a febre ainda são maiores que o potencial para o desenvolvimento posterior de alergias, segundo o professor Julian Crane, autor do estudo.
- O problema é que o paracetamol é dado livremente às crianças - disse.
O relatório, publicado na revista "Alergia Clínica e Experimental", é baseado no Estudo Cohort em Asma e Alergia, da Nova Zelândia, que investigou o uso de paracetamol em 505 crianças na cidade de Christchurch e 914 crianças entre 5 e 6 anos de idade na mesma cidade para ver se desenvolviam sinais de sensibilidade para asma ou alergias.
- A maior descoberta foi que crianças que usam paracetamol antes dos 15 meses de idade (90%) tinham probabilidade três vezes maior de se tornarem sensíveis a substâncias alérgicas e duas vezes mais probabilidade de desenvolver asma aos 6 anos em relação às crianças que não usam paracetamol - explicou Crane, em comunicado.
- No entanto, ainda não sabemos por que isso ocorre. Precisamos de testes clínicos para ver se essas associações são causais ou não, e esclarecer o uso dessa medicação.
O Globo - Saúde.
Um blog despretensioso sobre Alergia, que pretende abranger conhecimentos básicos sobre o sistema imunológico, sintomas, testes clínicos e laboratoriais, pesquisas e novos tratamentos para as várias alergias; tratados com rigor científico, porém com uma linguagem atual e muito acessível.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
"Eu quero uma casa no campo..."
A rinite alérgica é uma doença que vem aumentando sua prevalência no mundo todo, nas ultimas décadas, em especial nos grandes centros urbanos. Em contraponto, observa-se uma baixa prevalência de rinite alérgica em fazendeiros e filhos de fazendeiros.
Pesquisadores publicaram recentemente um estudo realizado na Suécia investigando este efeito protetor do ambiente rural na infância. Um questionário sobre a saúde respiratória foi enviado em 2008 a 30 000 indivíduos escolhidos ao acaso, com idades entre 16 e 75 anos, no oeste da Suécia, sendo que 18.087 (62%) responderam. O questionário incluiu perguntas sobre rinite alérgica, asma, sintomas respiratórios e possíveis determinantes.
Indivíduos que viveram em fazenda durante os primeiros cinco anos de vida apresentaram menor prevalência de rinite alérgica em todos os grupos, mesmo no grupo de pacientes mais idosos (61 – 75 anos). A correlação negativa entre viver a infância na fazenda e a prevalência de rinite alérgica foi semelhante em pacientes de 46 – 75 anos de idade, bem como em pacientes de 16 a 45 anos. Além disso, houve tendência significativa de aumento da prevalência de rinite alérgica com o aumento da urbanização, independente do efeito de se viver na fazenda na infância.
Os pesquisadores concluíram que há um efeito protetor por toda a vida de se viver em fazenda na infância em relação à prevalência de rinite alérgica. Por outro lado, há uma prevalência crescente de rinite alérgica com o aumento do grau de urbanização tanto em pacientes que cresceram na fazenda como naqueles que não cresceram em fazenda. Este dado enfatiza, portanto, a influência da infância e da exposição à idade adulta para o desenvolvimento de doença alérgica.Fonte: Growing up on a farm leads to lifelong protection against allergic rhinitis - Allergy; 2010;65:1397 – 1403
domingo, 14 de novembro de 2010
Tudo em casa, inclusive as Alergias
Poeira de casa: é uma mistura de partículas, que incluem ácaros (fragmentos e fezes), baratas (fragmentos e fezes), restos de alimentos, peles, penas e pêlos de animais, restos de insetos, descamação de pele humana, bactérias, polens de plantas, fibras de tecidos, mofos (fungos)... e nós ainda achamos que estamos imaculadamente protegidos dentro de casa.
ÁCAROS
Os ácaros são “insetos” microscópicos e, dentre as diversas espécies destacam-se: Dermatophagoides pteronyssinus, Dermatophagoides farinae e Blomia tropicalis. Ninguém enxerga os ácaros, mas eles vivem ao nosso redor. Alimentam-se de descamação de pele humana e restos de alimentos, vivendo, portanto, onde vive o homem. Encontram-se principalmente na poeira de casa, que pode conter centenas destes em cada grama. Desenvolvem-se melhor no clima úmido e frio, predominante no Brasil de maio a outubro. Por isso os alérgicos costumam piorar no inverno. As crises de alergia são causadas pelos fragmentos dos corpos dos ácaros mortos e suas fezes que, com o tempo, tornam-se um pó fino e vão se depositar nos tapetes, colchões, estofados, agasalhos etc.
CONTROLE DE AMBIENTE
• Manter o quarto de dormir bem arejado e ensolarado. Evitar móveis e objetos desnecessários que possam juntar pó. As cortinas devem ser lavadas freqüentemente.
• Conservar todas as roupas, livros e objetos em armários de portas fechadas.
• Fazer a limpeza diariamente em toda a casa usando pano úmido (principalmente nas beiradas da cama e cantos do quarto).
• Usar onde possível pano com álcool. Pelo menos uma vez cada 15 dias retirar o colchão, limpar o estrado da cama e embaixo desta.
• Remover todos os tapetes e carpetes. O chão deve ser de material liso. Caso não seja possível, colocar plástico por cima do carpete.
• Evitar levantar muito pó. Não usar vassouras nem espanadores. Fazer a limpeza na ausência do alérgico. E, se não tiver outro jeito, deverá usar máscara protetora.
• Evitar desinfetantes, inseticidas e outros produtos com cheiros fortes (como perfumes, talcos, tintas, ceras etc). Preferir o uso de álcool como desinfetante em casa.
• Não permanecer em cômodos úmidos e fechados. Combater o mofo, focos de infiltração e umidade. Evitar lidar com papéis, roupas e objetos guardados muito tempo.
• Usar colchões, travesseiros e almofadas de espuma e revestidos com capas antialérgicas ou com plástico. A cama deve, se possível, ficar afastada da parede do quarto. Trocar o travesseiro por um novo no início de cada inverno.
• Evitar roupas e cobertores de lã ou com pêlos. O cobertor deve ser forrado com pano. Dar preferência aos edredons. Trocar todas as roupas de cama, ao menos duas vezes por semana. Caso durmam outras pessoas no mesmo quarto, proceder do mesmo modo.
• Usar agasalhos de malha, couro ou náilon, de acordo com o tempo, sem excessos. Lavar e passar a ferro quente todas as roupas guardadas muito tempo.
• Evitar animais com pêlos ou penas em casa. Caso haja, intensificar ao máximo a limpeza do animal e de toda a casa.
• Não fumar. E não permitir que fumem perto das pessoas alérgicas.
IMPORTANTE:
O controle de ambiente deve visar basicamente o quarto de dormir e a sala de televisão, pois neles o alérgico passa a maior parte de seu tempo. Este procedimento tem como objetivo evitar as causas das reações alérgicas, pois normalmente os tratamentos alopáticos e homeopáticos para alergia atuam apenas nas conseqüências que são os sintomas. Se interrompidos, o quadro alérgico tende a retornar novamente.
As dificuldades práticas para se evitar totalmente o contato com os ácaros levam à necessidade de utilizar a imunoterapia (vacina). Este tratamento alcança bom resultado, quando realizado com regularidade, por um período prolongado. É o único que vai atuar no mecanismo da reação alérgica, tanto especificamente, diminuindo a sensibilização ao alérgeno, quanto inespecificamente, aumentando a imunidade (defesas do organismo) do alérgico.
As pessoas com alergia respiratória devem adotar também medidas que previnam as crises e fortaleçam o organismo para melhor enfrentá-las. Dentre elas destacam-se:
• Passeios freqüentes – praias, piscinas, parques. Procurar permanecer o máximo de tempo ao ar livre.
• Prática de esportes – natação, ciclismo, corrida e ginástica.
• Preferência pelo banho mais frio (banhos rápidos e não quentes). Importante para habituar o organismo a mudanças de tempo. Não temer ingerir gelados.
• Realizar exercícios respiratórios específicos, ou seja, fisioterapia respiratória.
• Emprego de medicamentos profiláticos. Administrados regularmente, de modo constante, “mesmo que esteja bem”, pois são substâncias de uso preventivo, para evitar as crises.
“Alguns médicos agora veem a poeira doméstica como um risco profissional para as donas de casa... porque ao limpá-la removem e agitam grande quantidade de pó e depois passam a maior parte do tempo respirando esse ar contaminado” Dr. Alfred Zamm (alergista).
ÁCAROS
Os ácaros são “insetos” microscópicos e, dentre as diversas espécies destacam-se: Dermatophagoides pteronyssinus, Dermatophagoides farinae e Blomia tropicalis. Ninguém enxerga os ácaros, mas eles vivem ao nosso redor. Alimentam-se de descamação de pele humana e restos de alimentos, vivendo, portanto, onde vive o homem. Encontram-se principalmente na poeira de casa, que pode conter centenas destes em cada grama. Desenvolvem-se melhor no clima úmido e frio, predominante no Brasil de maio a outubro. Por isso os alérgicos costumam piorar no inverno. As crises de alergia são causadas pelos fragmentos dos corpos dos ácaros mortos e suas fezes que, com o tempo, tornam-se um pó fino e vão se depositar nos tapetes, colchões, estofados, agasalhos etc.
CONTROLE DE AMBIENTE
• Manter o quarto de dormir bem arejado e ensolarado. Evitar móveis e objetos desnecessários que possam juntar pó. As cortinas devem ser lavadas freqüentemente.
• Conservar todas as roupas, livros e objetos em armários de portas fechadas.
• Fazer a limpeza diariamente em toda a casa usando pano úmido (principalmente nas beiradas da cama e cantos do quarto).
• Usar onde possível pano com álcool. Pelo menos uma vez cada 15 dias retirar o colchão, limpar o estrado da cama e embaixo desta.
• Remover todos os tapetes e carpetes. O chão deve ser de material liso. Caso não seja possível, colocar plástico por cima do carpete.
• Evitar levantar muito pó. Não usar vassouras nem espanadores. Fazer a limpeza na ausência do alérgico. E, se não tiver outro jeito, deverá usar máscara protetora.
• Evitar desinfetantes, inseticidas e outros produtos com cheiros fortes (como perfumes, talcos, tintas, ceras etc). Preferir o uso de álcool como desinfetante em casa.
• Não permanecer em cômodos úmidos e fechados. Combater o mofo, focos de infiltração e umidade. Evitar lidar com papéis, roupas e objetos guardados muito tempo.
• Usar colchões, travesseiros e almofadas de espuma e revestidos com capas antialérgicas ou com plástico. A cama deve, se possível, ficar afastada da parede do quarto. Trocar o travesseiro por um novo no início de cada inverno.
• Evitar roupas e cobertores de lã ou com pêlos. O cobertor deve ser forrado com pano. Dar preferência aos edredons. Trocar todas as roupas de cama, ao menos duas vezes por semana. Caso durmam outras pessoas no mesmo quarto, proceder do mesmo modo.
• Usar agasalhos de malha, couro ou náilon, de acordo com o tempo, sem excessos. Lavar e passar a ferro quente todas as roupas guardadas muito tempo.
• Evitar animais com pêlos ou penas em casa. Caso haja, intensificar ao máximo a limpeza do animal e de toda a casa.
• Não fumar. E não permitir que fumem perto das pessoas alérgicas.
IMPORTANTE:
O controle de ambiente deve visar basicamente o quarto de dormir e a sala de televisão, pois neles o alérgico passa a maior parte de seu tempo. Este procedimento tem como objetivo evitar as causas das reações alérgicas, pois normalmente os tratamentos alopáticos e homeopáticos para alergia atuam apenas nas conseqüências que são os sintomas. Se interrompidos, o quadro alérgico tende a retornar novamente.
As dificuldades práticas para se evitar totalmente o contato com os ácaros levam à necessidade de utilizar a imunoterapia (vacina). Este tratamento alcança bom resultado, quando realizado com regularidade, por um período prolongado. É o único que vai atuar no mecanismo da reação alérgica, tanto especificamente, diminuindo a sensibilização ao alérgeno, quanto inespecificamente, aumentando a imunidade (defesas do organismo) do alérgico.
As pessoas com alergia respiratória devem adotar também medidas que previnam as crises e fortaleçam o organismo para melhor enfrentá-las. Dentre elas destacam-se:
• Passeios freqüentes – praias, piscinas, parques. Procurar permanecer o máximo de tempo ao ar livre.
• Prática de esportes – natação, ciclismo, corrida e ginástica.
• Preferência pelo banho mais frio (banhos rápidos e não quentes). Importante para habituar o organismo a mudanças de tempo. Não temer ingerir gelados.
• Realizar exercícios respiratórios específicos, ou seja, fisioterapia respiratória.
• Emprego de medicamentos profiláticos. Administrados regularmente, de modo constante, “mesmo que esteja bem”, pois são substâncias de uso preventivo, para evitar as crises.
“Alguns médicos agora veem a poeira doméstica como um risco profissional para as donas de casa... porque ao limpá-la removem e agitam grande quantidade de pó e depois passam a maior parte do tempo respirando esse ar contaminado” Dr. Alfred Zamm (alergista).
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Crianças nascidas no outono têm mais chances de serem alérgicas
Durante a gestação, na primavera, o feto fica mais exposto ao pólen típico da estação.
Bebês concebidos no final do inverno ou no começo da primavera são mais suscetíveis a desenvolverem doenças alérgicas. Isso porque ao completar 11 semanas de gestação, o feto, que começa só então a desenvolver seus anticorpos, fica exposto a altos níveis de pólen, típicos dessa estação do ano. Os riscos são maiores quando os níveis de vitamina D da mãe estão abaixo da média. A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Epidemiology and Community Health.
Dos quase 6.000 recém nascidos estudados, 11% daqueles gerados entre o inverno e a primavera apresentavam mais chances de ter algum tipo de alergia alimentar – como a leites e ovos. Hoje, estima-se que aproximadamente 7% dos bebês com menos de três anos tenham algum tipo de alergia alimentar, embora apenas uma minoria tem problemas severos.
Mas, a alergia alimentar também pode ser vista em crianças até os quatro anos. Quando o parâmetro do estudo aumentou apenas em um ano, 18% das crianças tiveram um resultado positivo para esse tipo de alergia. “Pesquisas como essa estão aumentando nossa compreensão de como o sistema imunológico da criança se desenvolve dentro do útero e em seus primeiros anos de vida. Assim, há a possibilidade de surgirem novos tratamentos para a alergia”, diz Elaine Vickers, médica da instituição britânica Asthma UK.
Fonte: http://veja.abril.com.br/
Bebês concebidos no final do inverno ou no começo da primavera são mais suscetíveis a desenvolverem doenças alérgicas. Isso porque ao completar 11 semanas de gestação, o feto, que começa só então a desenvolver seus anticorpos, fica exposto a altos níveis de pólen, típicos dessa estação do ano. Os riscos são maiores quando os níveis de vitamina D da mãe estão abaixo da média. A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Epidemiology and Community Health.
Dos quase 6.000 recém nascidos estudados, 11% daqueles gerados entre o inverno e a primavera apresentavam mais chances de ter algum tipo de alergia alimentar – como a leites e ovos. Hoje, estima-se que aproximadamente 7% dos bebês com menos de três anos tenham algum tipo de alergia alimentar, embora apenas uma minoria tem problemas severos.
Mas, a alergia alimentar também pode ser vista em crianças até os quatro anos. Quando o parâmetro do estudo aumentou apenas em um ano, 18% das crianças tiveram um resultado positivo para esse tipo de alergia. “Pesquisas como essa estão aumentando nossa compreensão de como o sistema imunológico da criança se desenvolve dentro do útero e em seus primeiros anos de vida. Assim, há a possibilidade de surgirem novos tratamentos para a alergia”, diz Elaine Vickers, médica da instituição britânica Asthma UK.
Fonte: http://veja.abril.com.br/
sábado, 2 de outubro de 2010
Sétimo Sentido
Esta postagem vai para a Carol Figueiredo.
Estava uma médica certa vez em seu consultório explicando para uma assustada mãe o que significa ser alérgico, quando o seu filho de 10 anos de idade, que aparentemente não estava prestando atenção, a interrompeu e disse:
- Sabe, doutora, já entendi o que é ser alérgico. É como o menino do filme “Sexto sentido”. A diferença é que ele via gente morta, o que ninguém vê. Pois então, os alérgicos também “vêem” o que ninguém vê: esse tal de ácaro! Então é fácil entender o que é ser alérgico:
E, após uma pequena pausa, finalizou.
- Alérgico é quem tem no nariz o “sétimo sentido”."
Retirado do Blog da Alergia do dia 30/09/2010
Estava uma médica certa vez em seu consultório explicando para uma assustada mãe o que significa ser alérgico, quando o seu filho de 10 anos de idade, que aparentemente não estava prestando atenção, a interrompeu e disse:
- Sabe, doutora, já entendi o que é ser alérgico. É como o menino do filme “Sexto sentido”. A diferença é que ele via gente morta, o que ninguém vê. Pois então, os alérgicos também “vêem” o que ninguém vê: esse tal de ácaro! Então é fácil entender o que é ser alérgico:
E, após uma pequena pausa, finalizou.
- Alérgico é quem tem no nariz o “sétimo sentido”."
Retirado do Blog da Alergia do dia 30/09/2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Tintura Natural para o cabelo
Segundo o Globo Saúde, uma ótima notícia para mulheres que não querem ou não podem usar a tintura convencional nos fios: pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, estão desenvolvendo uma tintura natural que pode chegar às prateleiras em cerca de dois anos. Livre de substâncias sintéticas, o produto é feito à base de algas marinhas e, em testes iniciais, cobriu completamente os fios brancos das mulheres.
Os pesquisadores britânicos esperam desenvolver em breve uma linha de tinturas naturais em tons de castanho, ruivo, preto e louro. O objetivo é retirar das algas os pigmentos que correspondem a essas cores, e conseguir transformá-los em um produto seguro de ser usado em casa ou no cabeleireiro.
Além de fios ressecados e sem vida, muitas tinturas contêm ingredientes danosos para a saúde, que podem causar desde dermatites (alergias cutâneas) e até mesmo aumentar o risco de certos tipos de câncer.
Enquanto a novidade não chega ao mercado, é possível minimizar os efeitos colaterais das tinturas. Prefira um tonalizante ou tinturas semi-permanentes, que geralmente contêm menos substâncias irritantes. Faça sempre o teste de alergia ao menos 24 horas antes de usar o produto. Na hora da aplicação, respeite exatamente as instruções da embalagem. Depois, remova completamente o produtos dos fios. Por último, na hora de comprar verifique se o produto é livre de parafenilenodiamina, resorcinol, amônia e outras substâncias que costumam provocar alergias.
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2010/08/23/pesquisadores-tentam-criar-alternativa-natural-tintura-de-cabelo-917454857.asp
Os pesquisadores britânicos esperam desenvolver em breve uma linha de tinturas naturais em tons de castanho, ruivo, preto e louro. O objetivo é retirar das algas os pigmentos que correspondem a essas cores, e conseguir transformá-los em um produto seguro de ser usado em casa ou no cabeleireiro.
Além de fios ressecados e sem vida, muitas tinturas contêm ingredientes danosos para a saúde, que podem causar desde dermatites (alergias cutâneas) e até mesmo aumentar o risco de certos tipos de câncer.
Enquanto a novidade não chega ao mercado, é possível minimizar os efeitos colaterais das tinturas. Prefira um tonalizante ou tinturas semi-permanentes, que geralmente contêm menos substâncias irritantes. Faça sempre o teste de alergia ao menos 24 horas antes de usar o produto. Na hora da aplicação, respeite exatamente as instruções da embalagem. Depois, remova completamente o produtos dos fios. Por último, na hora de comprar verifique se o produto é livre de parafenilenodiamina, resorcinol, amônia e outras substâncias que costumam provocar alergias.
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2010/08/23/pesquisadores-tentam-criar-alternativa-natural-tintura-de-cabelo-917454857.asp
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Direito das crianças asmáticas

Em novembro de 2009, no Congresso Bienal da Orgnaização Mundial de Alergia, em Buenos Aires, foi lançado uma Carta com os Direitos das Crianças Asmáticas. Seguem alguns desses direitos:
1. Ser tratada por profissional especializado no diagnóstico e manejo da asma e doenças alérgicas;
2. Receber medicação em conformidade com as diretrizes e práticas internacionais de tratamento de asma;
3. Receber educação familiar sobre como realizar o tratamento da asma e como evitar os fatores provocadores de alergia;
4. Estar apta para prática de esportes escolares, brincadeiras e jogos, livre de sintomas de asma.
5. Viver em um ambiente livre de fumaça de cigarro.
Veja o documento na sua íntegra ao clicar aqui:
Pediatr Allergy Immunol 2010: 21: 1–2
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